A maneira que encontramos de evitar conflitos desnecessários sobre o conteúdo exposto para as crianças na internet.

Arquivo pessoal, reprodução não autorizada

Ela está aí, para todos, porém a cada hora algo novo surge, vira moda, febre e se torna tão popular, mas tão popular que se você não estiver conectada, se torna um ser humano fora do planeta terra, não é mesmo?

Aqui em casa não proibimos o contato com celular, tablet, apenas controlamos o tempo em que a Rafa fica com ele, mas 15 ou 30 minutos são suficientes para a avalanche de conteúdo aparecer e muitos deles acreditamos não ser o ideal para ela.

Como primeira atitude espontânea e radical, bloqueio tudo! Mas só isso não basta, Rafa tem 4 anos e não precisa ser somente pela internet, acaba tendo contato mesmo assim, por outros meios, foi onde percebi que os comentários sobre os tão “famosos” e “populosos” da internet estavam se tornando exagerados e passando dos limites.

A saída que encontramos? Ensinar e não proibir foi a melhor solução. Explicamos os motivos sobre nosso descontentamento com ela aprendendo certas coisas, que acreditamos não ser correto, mostrando como ela se sentiria fazendo ou falando essas coisas que não foram e nem são praticadas em casa. Antes de tudo queremos ser referência e modelo para as diversas situações da vida que aparecerão no seu caminho.

Esses dias com o celular do papai na mão, Rafa comentou “mamãe, olha! está aparecendo este vídeo para eu assistir, mas fica tranquila, eu não vou ver tá?, não gosto”.

Pode ser o caminho mais difícil com certeza, mas antes de travar uma batalha eterna com o seu filho, acredito ser mais coerente prepará-lo para adquirir um pensamento crítico, independência e autonomia para interpretar e fazer suas escolhas, algo que lhe será fundamental até o fim da vida.

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