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Tag: emoções na infância

19.02.2019

Pedir desculpas não é palavra mágica! Ensine valores ao seu filho.

Categorias: Infância e Desenvolvimento
Pedir desculpas não é palavra mágica! Ensine valores ao seu filho.

Outro dia nos deparamos com uma situação aqui em casa, onde o resultado final foi essa cartinha da Rafaela para o papai, foi a maneira que ela encontrou de pedir perdão pelo erro. Esses dias peguei a cartinha para guardar em uma pasta de recordações, é onde eu coloco todos os desenhos e cartinhas que […]

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Luciane

Luciane mãe da Rafaela

Ao me tornar mãe, mudei completamente a maneira de ver o mundo! Naturalmente passei a dar importância ao bem estar, a leveza, a simplicidade, que adquiri com o aprendizado e a experiência de cuidar de um bebê! Tudo isso me proporcionou um amor maior, um fascínio pelo mundo materno e descobri que aqui seria o melhor canal para compartilhar tudo isso com vocês.
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lucianewielli

📘 Educadora Parental | Palestrante | Escritora
🏛️ Membro-fundadora ABRAEP
🌟 Cuidando de famílias com excelência, promovendo relações mais saudáveis

20 anos do nosso sim! ❤️ Nos unimos pelo amor. C 20 anos do nosso sim! ❤️

Nos unimos pelo amor.

Caminhamos até aqui pelas nossas intenções e escolhas.

Nos fortalecemos através dessa jornada que carrega sonhos, cumplicidade e desafios.

Uma história que é só nossa, feita de lembranças, aprendizados e vínculos que se tornaram parte de quem somos.

Uma família, um lar e uma vida compartilhada, que não se fez perfeita, mas que carrega a beleza de tudo o que construímos juntos.

Ao longo deste tempo aprendemos que o matrimônio é mais do que uma promessa feita diante de Deus. É um compromisso que se renova nas pequenas escolhas, na disposição de caminhar juntos e na coragem de permanecer, inclusive quando o caminho não é como imaginávamos.

Que Deus continue sendo nosso alicerce maior, iluminando nossas escolhas e nos concedendo sabedoria para seguir.

Feliz Bodas de Porcelana
Às vezes, para compreender melhor, precisamos para Às vezes, para compreender melhor, precisamos parar e olhar para o todo.

Nos últimos posts, fomos ampliando nosso olhar sobre o desenvolvimento infantil.

Primeiro, olhamos para as relações e para a forma como as interações entre a criança e quem cuida participam do desenvolvimento.

Depois, olhamos para quem está dentro dessas relações e para as competências que podem ser desenvolvidas ao longo da experiência de cuidar e educar.

Em seguida, olhamos para o ambiente e para as circunstâncias que atravessam a vida das famílias.

Agora, é hora de juntar essas peças.

Relações, competências e ambiente não acontecem de forma isolada. Elas se conectam e podem se fortalecer mutuamente, criando diferentes condições para o desenvolvimento. Essa interconexão é um dos pontos centrais da ciência do desenvolvimento que estamos trazendo para esta jornada.

Olhar para o desenvolvimento infantil é olhar para muito mais do que aquilo que acontece dentro da criança.

É olhar para as relações que ela vive, para quem cuida, para as competências que podem ser fortalecidas e para o contexto em que essa história acontece.

É desse olhar mais amplo que seguimos para o próximo passo da nossa jornada na Educação Parental. 

Quero saber de você:
Depois de acompanhar essa primeira parte da jornada, o que mais ampliou a sua forma de olhar para o desenvolvimento infantil?


#EducaçãoParental #Parentalidade #DesenvolvimentoInfantil #RelaçõesFamiliares #CuidarEEducar
Uma família não vive apenas as relações que constr Uma família não vive apenas as relações que constrói. Ela também vive as circunstâncias ao seu redor.

Até aqui, nossa jornada nos levou a olhar para as relações e para quem está dentro delas.

Agora, ampliamos um pouco mais esse olhar.

Porque cuidar e educar acontecem dentro da vida real: nas experiências, nos ambientes e nas circunstâncias que atravessam o cotidiano de cada família.

Algumas demandas fazem parte da vida e podem ser enfrentadas com os recursos que vamos desenvolvendo ao longo do caminho. Outras, quando se tornam intensas ou persistentes, podem consumir tempo, energia e capacidade de resposta.

A ciência do desenvolvimento nos mostra que relações responsivas, competências e fontes de estresse não são dimensões isoladas. Elas se influenciam mutuamente. Quando as fontes de estresse diminuem, os adultos podem ter mais condições 
de acessar as competências que possuem e de se envolver em relações responsivas. 

Olhar para a parentalidade exige olhar para o contexto em que ela acontece.

Não para retirar do adulto seu papel e suas escolhas, mas para compreender a complexidade do lugar que ele ocupa.

Esse olhar é parte do caminho da Educação Parental


#EducaçãoParental #Parentalidade #DesenvolvimentoInfantil #DesenvolvimentoFamiliar #CuidarEEducar
Quando começamos a olhar para as relações, uma per Quando começamos a olhar para as relações, uma pergunta também aparece: quem está dentro delas?

Quem cuida não está apenas vivendo uma relação com a criança. No cotidiano, interpreta situações, faz escolhas e responde continuamente ao que acontece.

E essas escolhas não acontecem a partir de um conjunto pronto de respostas.

Cuidar e educar também é um processo no qual conhecimentos, experiências e competências vão sendo construídos e desenvolvidos.

Essa perspectiva nos ajuda a olhar para quem exerce a parentalidade de uma maneira diferente: não como alguém que precisa saber fazer tudo, mas como alguém que também pode desenvolver recursos para exercer sua função parental.

Talvez seja justamente aí que a Educação Parental ganhe um significado.

Ao longo desta jornada, estamos olhando para aspectos que fazem parte da vida familiar e que muitas vezes estão diante de nós, mas nem sempre são compreendidos por essa perspectiva.

No próximo passo, vamos ampliar ainda mais esse olhar.

Quero saber de você:
o que mudou na sua forma de olhar para quem cuida depois desses últimos posts?


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